As semelhanças entre humanos e primatas levaram a que estes fossem usados por cientistas em experiências durante anos. Mas são precisamente estas semelhanças que fazem com que estes animais sofram tão severamente e que tornam injustificável o seu uso como mecanismos de investigação.
Os primatas são animais inteligentes e sociáveis com necessidades complexas e o seu sofrimento é particularmente agravado num laboratório. São sujeitos a experiências intensas e angustiantes, tais como a infecção com doenças contagiosas ou a indução de lesões cerebrais causadas deliberadamente. Nunca consideraríamos sujeitar humanos a este tipo de tratamento contra a sua própria vontade – então por que consentimos que isso seja feito com os nossos parentes mais próximos?
O seu uso é não só moralmente inaceitável mas também cientificamente inadequado. Apesar de todas as semelhanças a nível de comportamento, a semelhança entre primatas e humanos não é suficiente para que estes sejam usados como modelos exactos na pesquisa de doenças humanas. Neste momento, existem métodos alternativos, mas, devido à inércia por parte de investigadores e patrocinadores, não lhes é dedicado o apoio necessário.
Mas há esperança. A UE tem o poder para, de forma permanente e pela via legislativa, pôr um fim a todas as experiências com primatas. A Directiva 86/609, de acordo com a qual as regras para a experimentação animal são implementadas na Europa, está neste momento a ser revista. Esta revisão apresenta uma oportunidade única para pôr um fim nas experiências com primatas – para sempre.
Clique aqui para ajudar a salvar os primatas.
Para mais informações acerca das experiências em primatas e para saber mais acerca do apelo da Coligação Europeia para a Abolição das Experiências com Animais para o seu fim imediato, por favor clique aqui.
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